sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
01.03.2012 - Sala do Mais Educação
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Alunos Mais Educação 2012
Lucas Freitas Vidal
Mileide Paula Araújo
Maria Rebeca de Oliveira Coelho
Maria Janiele da Silva Sales
Gabriel Monteiro dos Santos
Antonia Narciele Souza de Oliveira
Maria Vitória da Silva Almeida
Kauan Alves Silva de Oliveira
Rayane dos Santos Cruz
Gabriel Alves de Souza
7° C – Tarde
Livina Sales dos Santos
Maria Juliana Freitas
Késio Leão Costa
8° B – Tarde
Vinícius de Lima Lopes
Alexandre Barbosa
9° B – Tarde
Francisco de Assis F. Barreto
Natanael da Silva Queiroz
Paulo Henrique Aragão Lopes
Paulo Vinicius Fernandes
9° C – Tarde
Leonardo Gabriel Aguiar da Silva
Esaú de Sousa Fernandes
Pedro Victor Monteiro dos Santos
Gabriel Stanley Moura Freire
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
QUADRO DE HORÁRIOS - MAIS EDUCAÇÃO 2012
| MAIS EDUCAÇÃO 2012 | |||||
| QUADRO DE HORÁRIOS | |||||
| MANHÃ | |||||
| HORÁRIO | SEGUNDA | TERÇA | QUARTA | QUINTA | SEXTA |
| 07:00 ÀS 09:00 | MATEMÁTICA ERLENE | FUTSAL MACIANO | INFORMÁTICA GEFERSON | CORAL GERMANO | MATEMÁTICA ERLENE |
| 09:20 ÀS 10:20 | FUTSAL MACIANO | LETRAMENTO HELENA | INFORMÁTICA GEFERSON | CINECLUB HERLANIO | LETRAMENTO HELENA |
| TARDE | |||||
| HORÁRIO | SEGUNDA | TERÇA | QUARTA | QUINTA | SEXTA |
| 13:00 ÀS 15:00 | MATEMÁTICA ERLENE | FUTSAL MACIANO | INFORMÁTICA GEFERSON | CORAL GERMANO | MATEMÁTICA ERLENE |
| 15:20 ÀS 16:20 | FUTSAL MACIANO | LETRAMENTO HELENA | INFORMÁTICA GEFERSON | CINECLUB HERLANIO | LETRAMENTO HELENA |
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Produção Textual o verdadeiro natal é.
O verdadeiro natal é...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena
O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena
29/11/2011A escola Mirtes Holanda do Vale realizou no dia 23 de novembro culminância do projeto Ubuntu Brasil – O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena. Os trabalhos que começaram em maio tinham como objetivos gerar discussões sobre a diversidade étnica no Brasil, com ênfase na contribuição do povo e da cultura africana e principalmente orientar os educandos para que não reproduzam atos preconceituosos com relação à etnia ou cor de pele. “O projeto, que é parte integrante do Projeto Africanidade, contribui para a formação moral e cultural dos alunos, atendendo aos anseios da sociedade”, destaca a diretora da escola Doris Sampaio.
A fim de contribuir para uma maior visibilidade para com a etnia negra foram utilizados cartazes, vídeos, jogral, dança e apresentações teatrais, envolvendo equipes multidisciplinares formadas na escola, onde cada educador dentro de sua
O estudante Victor Hugo, 13, explica ao seu modo de ver a importância do projeto e do estudo da formação cultural. “O intuito era mostrar para os demais estudantes que ao tomar conhecimento da construção da cultura brasileira percebe-se que o negro está presente, dando sua contribuição, portanto o preconceito não tem razão de existir”, esclarece.
Partindo do mesmo princípio, a aluna Patrícia Kele, 13, afirma inclusive ter passado por situações desagradáveis no convívio com colegas. “Por sermos negros muitas vezes somos discriminados até mesmo entre os amigos, eu já fui. Mas o trabalho serve para mudar algumas atitudes de desrespeito. Já sinto grande diferença
Para fechar matéria, sábias palavras de Nelson Rolihlahla Mandela, ou simplesmente Nelson Mandela, líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999, principal representante do movimento anti-apartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia. Ele afirmava que “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta”.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Mirtes Holanda realiza Gincana Junina
Fonte: www.pacatuba.ce.gov.br
A gincana consta de duas etapas, sendo que a primeira encerrou na ultima quinta e seguirá na volta às aulas 
Por Antonio Cardoso
A escola Mirtes Holanda do Vale realizou na quinta-feira, 30, o encerramento da primeira etapa da Gincana Junina. Durante este período de férias está em primeiro lugar a equipe azul, que representa a água do planeta. Até o dia 21 de agosto os grupos azul e verde (simbolizando as matas), realizam tarefas entre as quais, grito de guerra, arrecadação de material de construção e alimento, maior número de caixas de leite vazias, desfile de roupas recicláveis, melhor barraca junina, maior variedade de comidas típicas, brincadeiras divertidas, melhor casal caipira, confecção de bonecos caipiras e moedas de 25 centavos, enfim, várias atividades lúdicas e criativas. “A partir do próximo semestre tem novidade”, promete a diretora Doris Sampaio, que explica ainda o destino daquilo que foi arrecadado nas últimas semanas. “Os tijolos e a areia vermelha serão destinados à construção de bancos no pátio da escola, com os alimentos faremos um feirão, as caixas vazias servirão para uso nas aulas de arte da educação inclusiva eas moedas para a festa do dia da criança”, destaca Doris.
Para David, 11 anos, Hailander e Patrícia, ambos com 12, a diversão não tem cor definida. Eles brincam, cantam e se divertem. “Estou me divertindo sem me importar qual minha equipe. Todos são meus amigos”, diz Patrícia interrompida por David. “Mas se formos campeões, melhor ainda. A alegria fica em dobro”, relata David.O professor Herlânio Araújo vê na gincana a oportunidade de que os alunos do projeto do Governo Federal Mais Educação precisam para apresentar seus trabalhos. “Além do divertimento e da tradição das barracas com comidas típicas que sempre estão presentes nesse período a gincana vem como espaço para que os alunos mostrem aos pais e aos demais colegas aquilo que lhes foi repassado através da dança e de peças teatrais”, confere o professor.
Educação Inclusiva aqui tem vez
A escola Mirtes Holanda conta hoje com 35 alunos com deficiência e estes não ficaram fora da festa. “Trabalhamos durante aproximadamente duas semanas para que pudéssemos apresentar uma interpretação que trate da questão social e do respeito. A música do Mamulengo caiu perfeitamente na proposta. O desempenho foi tão satisfatório que resolvemos avançar e criamos uma quadrilha, mostrando que a limitação está somente no pensamento das pessoas e que muitas vezes se manifesta através do preconceito”, conclui a professora da educação inclusiva Sâmia Raquel.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Informática Básica









